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Fui aprovado no último concurso organizado pelo TRT da 2ª Região, e a experiência que compartilho se inicia com a reprodução de um relato comum: o resultado chega em questão de tempo, ora maior, ora menor, mas o fato é que chega.

Cada um possui um caminho, métodos distintos, soluções e respostas diversas, mas há colunas essenciais que dão as bases para o desenvolvimento individual, e o Preparo Jurídico certamente é uma delas.

O curso foi fundamental para as aprovações nas provas objetivas. Os intensivos e os "toques finais" foram especialmente determinantes para alguém que por cinco vezes já havia sido reprovado na 1ª fase pela falta de um mísero ponto. Sou perito no aspecto: uma questão pode fazer toda a diferença, e os esquemas e destaques do Preparo viabilizaram a superação desse obstáculo que vinha se erguendo de modo traumático no meu percurso.

Os materiais disponibilizados, mesmo os primordialmente direcionados para a fase objetiva, também me auxiliaram na construção e consolidação do conhecimento necessário ao enfrentamento das fases seguintes. Os resumos doutrinários, as notícias extraídas dos tribunais e as atualizações legislativas e jurisprudenciais dos intensivos de 1ª fase permitiram-me concentrar informações cruciais para a 2ª fase, no meio da enxurrada de transformações pelas quais atualmente passa o universo jurídico.

Tanto as videoaulas quanto as correções e os espelhos para a 2ª fase também me pareceram indispensáveis para a consolidação dos métodos de resposta às questões formuladas nos concursos.

Enfim, a par das demais fontes do conhecimento, o Preparo Jurídico exerceu papel fundamental no direcionamento para os concursos que realizei.

De resto, a receita não é nova: foco, disciplina, determinação, persistência e fé são elementares na escalada. Também faz parte levantar-se após cada queda e reerguer-se depois de eventuais decepções. Mas, com perseverança, o resultado chegará, por mais difícil ou distante que de início possa parecer!
 
Date of Posting: 24 May 2017
Posted By: Marcos Vinícius de Paula Santos
Meu nome é Ricardo, e fui recentemente aprovado no concurso para Juiz Substituto do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, sendo o último concurso regional previsto - pois está aprovado o concurso nacional. Conheci o Preparo Jurídico por comentários de outros candidatos e fiquei muito satisfeito com os resultados. As informações organizadas são essenciais para a aprovação.

Acho que uma coisa essencial para a aprovação é ter na cabeça que a constância é o rumo para a aprovação. Estudar com disciplina, acompanhando as principais novidades, é essencial. Nos tempos de internet, em que há informativos de jurisprudência e artigos de grande qualidade em vários sites, parar de estudar algum tempo pode ser muito prejudicial.

Outra coisa, é sempre treinar para as provas, simulando as condições reais, cronometrando o tempo de realização de prova. Em todo esse tempo, fiz as provas objetivas colocando 5 horas como tempo limite e tentava sempre fazer sem ver qualquer comentário sobre a prova. Na discursiva e sentença, colocava 4 horas como tempo limite, e tentava, inclusive, responder sem consulta. Isso porque no dia da prova, consultar a lei pode fazer perder um tempo precioso.

Se manter atualizado é essencial. Aquela nova lei, que saiu uma semana antes da prova, certamente será cobrada, não se engane.

O diferencial, também, é ser organizado e sempre fazer um balanço da sua evolução. O seu método de estudo sempre pode ser ajustado para melhor, a sua rotina sempre tem que ser flexível, para que você se adeque melhor aos estudos.

O que eu posso dizer é: a questão não é SE vai passar, e sim QUANDO vai passar. Então, não desista.
 
Date of Posting: 13 April 2017
Posted By: Ricardo Leo de Paula Alves
Aprovado no concurso para Juiz Substituto do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região,
O BORNAL, O OFICIAL E O VOO 3076

Já tive a oportunidade de ler muitos relatos de aprovados nesse concurso para Juiz do Trabalho. Confesso que sempre tirei preciosos conselhos a partir das mais variadas experiências de estudo. Mas se há algo de comum entre elas com certeza são as muitas horas, dias, meses e anos de estudos somados à fé e à perseverança.
As dicas foram muitas: a bibliografia, o método de estudo, a preparação específica para as diversas fases, entre outras. A minha experiência foi de mais 5 anos. Neste período, o estudo ficou um tanto comprometido quando, ainda no início, assumi o cargo de assessor de gabinete, pois em razão da demanda exigida pelo cargo, as horas de estudo eram escassas.

Porém, apesar das valiosas dicas dos aprovados, tive que criar o meu próprio método, que batizei de “método do caderno”, do qual poderei falar em outra oportunidade. No entanto, o meu relato não será do que passei nestes anos de preparação ou do que fiz para atingir a meta da aprovação. As dores, sofrimentos, derrotas e angústias são comuns, ainda que com maior ou menor intensidade em um ou outro caso.

Senti a necessidade de escrever sobre a minha vida. O maior desafio nunca esteve em buscar entender o que o examinador queria, na dificuldade de superar a prova discursiva, de ler inúmeros artigos, livros e decisões dos tribunais e estudos de banca. O maior desafio não estava na superação após ligar para a comissão examinadora ou após o “F5” no correioweb ver que, mais uma vez, não fui aprovado. A maior luta nasceu comigo...

Não quero, como minhas palavras, abrir qualquer debate de classes. Muito pelo contrário, nessa longa jornada conheci amigos que têm sua origem em classe socialmente mais privilegiada e nem por isso tiveram facilidade para conquistar o sonho da magistratura. Mas, falarei do que vivi.

Nasci em uma família muito pobre. Poucos, e nos últimos anos, formados em cursos superiores. Sou o único formado em Direito. Os meus primeiros 10 anos residi em um barraco de tábuas azuis. O banheiro era uma fossa externa, sem vaso. O quintal de terra batida era o nosso playground. É nesse quadro que surge a primeira figura do nosso título, o “BORNAL”. Pra quem não conhece, o bornal é uma espécie de sacola/bolsa, feita de pano, utilizada para carregar coisas.

Minha mãe, sempre muito atenciosa, costurou nossos bornais para o primeiro contato com a escola. Era dentro dessas bolsas que iam meus primeiros cadernos: os brochurões. Chinelos de dedo, alguns com pedaço de arame para amarrar a tira que havia rompido. Íamos assim para a escola, levando o caderno, um legume (batata, tomate ou qualquer outro) para entregarmos à cozinheira da escola, pois assim teríamos o que comer na hora do recreio, e o sorriso. Aprendi o que era humildade e solidariedade.

A vida passou! Ainda morando na periferia de Vitória/ES, em um bairro bem pobre, consegui terminar meu ensino médio, à época na Escola Técnica, hoje Instituto Federal. Nesse momento já participava da igreja e tive meus primeiros contatos com a necessidade do outro. Aprendi a ter compaixão e desejo de mudança.

Inverti uma década da minha vida. Casei e tive filhos. Dos 20 aos 30 anos não estudei. Entreguei-me ao trabalho na igreja e à família. Nenhum arrependimento. Minha família é a maior experiência que tive com Deus. Mas, como havia optado pelo Direito, tive que esperar, pois a Universidade Federal somente tiinha ou tem o respectivo curso no horário matutino. Como tive que trabalhar desde novo (aos 16 anos), não poderia estudar naquele horário. Mas a oportunidade surgiu aos 30 anos, quando então o trabalho me permitiu ingressar em uma faculdade particular. A inscrição no processo seletivo era uma cesta básica e eu tinha uma na Kombi, pois trabalhava vendendo... cestas básicas...rss

Aos 32 anos, ainda morando na periferia, experimentei a primeira e a grande vitória no mundo do concurso. Passei para Técnico Judiciário no TRT17. Um ano depois tomei posse. Incrível! Nunca tinha entrado em um Tribunal. Aí meus amigos, as coisas mudaram...rsss. Antes trabalhava de segunda a sábado. Agora trabalhava de segunda a sexta, sete horas, e o melhor, tinha uma renda maior.

Neste contexto, surge a segunda figura do nosso título, o “OFICIAL”. Em 2007 comecei a viajar por esse Brasil. Aliás, minha primeira viagem de avião foi para realizar concurso. Passei para Oficial de Justiça, depois de cinco reprovações.

Nossa! Já achei tudo isso incrível. E Incrível não só pra mim. Nem mesmo os familiares acreditavam na façanha. Um filho de dona de casa e mestre de obras passando em um concurso desse porte? Sem sobrenome? No Brasil? Mas, foi como Oficial de Justiça do TRT17 que a renda aumentou e permitiu a realização de cursos, compra de livros e inúmeras viagens para realizar as provas da magistratura.

E assim foi até agora. Depois de cinco anos de muita luta, muitas dúvidas, muitas lágrimas e sofrimento, veio a tão sonhada aprovação para a Magistratura do Trabalho. Meu Deus! Fui recebido no aeroporto de Vitória pelos familiares, alguns tios que há muito não via. Não tinha a dimensão do que havia feito. Meus familiares, um por um, olhando em meus olhos, cheios de lágrimas, dizendo que era um orgulho para a família. Ufa!

Gente! Não foram as notas da prova oral, com a aprovação, que me fizeram desabar em lágrimas no auditório do TRT16 no dia 25 de maio de 2016. Foi o filme de uma vida. Uma vida que bateu o quanto podia. Uma vida que nunca disse um sim sem luta. Uma vida que olhava constantemente em meus olhos para dizer-me que não conseguiria, que não era pra mim, que lugar de menino pobre não era ali.

Certamente a vida continuará a bater, mas seja nas lutas passadas ou naquelas que estão por vir, nunca duvidei da mão poderosa de Deus, do seu agir, da sua proteção. O esforço é meu, mas a vitória vem do Senhor.

Não poderia terminar sem agradecer a todos os professores (em especial, aqueles vinculados ao curso Preparo Jurídico, cuja excelência no ensino foi de fundamental importância. Obrigado Roberto e Roberta!!!!). Agradeço, igualmente, aos amigos (muitos nos grupos de whatsapp, como o AJT, Preparação Magistratura do Trabalho, entre outros), alguns, verdadeiros irmãos e irmãs que o concurso me concedeu (não citarei nomes para não cair na armadilha do esquecimento) e, também, de forma especial, minha esposa, meus filhos e meus pais que tiveram a paciência e a crença de esperar... Amo todos vocês!!!

Acham que esqueci?rss A terceira figura do título “O VOO 3076” refere-se ao melhor vôo que fiz na vida. É o vôo da volta depois da aprovação. Não tenham dúvidas, será o melhor vôo de suas vidas também. Basta acreditar, pois como cantado pelo Padre Fábio de Melo:

Vou perseguir tudo aquilo que Deus já escolheu pra mim
Vou persistir, e mesmo nas marcas daquela dor
Do que ficou, vou me lembrar
E realizar o sonho mais lindo que Deus sonhou
Em meu lugar estar à espera de um novo que vai chegar
Vou persistir, continuar a esperar e crer ...
Eu vou sofrendo, mas seguindo enquanto tantos não entendem
Vou cantando minha história, profetizando
Que eu posso, tudo posso... em Jesus

Eu vivi o extraordinário. Um grande abraço!!!
 
Date of Posting: 17 February 2017
Posted By: Jedson Marcos dos Santos Miranda
Aprovado no VIII Concurso Público para Juiz do Trabalho Substituto do Tribunal Regional do Trabalho da 16ª Região
Olá, meu nome é Rafael Rihan e fiz questão de escrever este depoimento para o Curso Preparo Jurídico, como forma de agradecer todo o apoio que recebi ao longo da minha jornada de estudos que culminou com a minha aprovação para dois cargos: o de Procurador Federal (AGU) e o de Juiz Federal (TRF 2).

Conheci o "Preparo" através da minha namorada, Ana Carolina, também aluna do curso e aprovada para o cargo de Analista Judiciária (TRT 2). Me preparei para o concurso de Procurador Federal fazendo uma turma específica para a segunda fase, o que foi importantíssimo para a minha aprovação para a AGU.

Logo depois, me inscrevi para o concurso da Magistratura Federal, mas estava cansado e com pouco tempo para estudar. Aproveitei, entretanto, o material de estudos que o Preparo Jurídico havia me enviado, o que foi fundamental a essa nova aprovação.

Agradeço ao Roberto e à Roberta, que sempre foram muito solícitos, fornecendo materiais atualizados e colocando os Professores à disposição.

Por essas razões indico o Preparo Jurídico aos "concurseiros", com a certeza de que, ao se inscreverem no curso, estarão se preparando com ótimos Professores, receberão materiais diuturnamente atualizados e que, ademais, estarão entrando numa rede de verdadeiros amigos, que não medem esforços para ajudar as pessoas a realizarem seus sonhos!

Muito obrigado ao Curso Preparo Jurídico! Parabéns a toda a equipe!

Um forte abraço e boa sorte a todos!
 
Date of Posting: 14 July 2016
Posted By: Rafael Rihan
Juiz Federal do Tribunal Regional Federal da Segunda Região
"Prezados(as) colegas,

Meu nome é Thiago Mafra da Silva e fui recentemente aprovado no concurso para juiz do trabalho substituto no Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (RJ).
Não acredito que haja uma fórmula única e/ou infalível para a aprovação no concurso da magistratura trabalhista, que exige demais do candidato, seja do ponto de vista intelectual, seja do ponto estratégico e emocional. Assim, minhas palavras são no sentido de contar um pouco de minha trajetória, principalmente da contribuição do Preparo Jurídico e, quem sabe, auxiliar algum(a) valoroso(a) colega que segue caminhando em busca da sonhada e possível aprovação.

Meu primeiro concurso para a magistratura trabalhista foi também no TRT 1, em agosto de 2012, tendo sido reprovado na sentença. Quanto aos concursos seguintes, fui reprovado na sentença do TRT 5, na primeira fase do TRT 1/2013, sendo que as demais reprovações foram em segunda fase, que, com base em minha experiência pessoal, considero a mais difícil do concurso. Atualmente também estou classificado para a prova oral do TRT 2.

1ª fase (objetiva): nos primeiros concursos de que participei, buscava ler a lei seca (ao menos as leis principais), súmulas e OJs, focando especialmente na legislação daquelas matérias ditas "periféricas" (tendo em vista o número reduzido de questões no conjunto da prova) - como direito penal, direito previdenciário, direito internacional e comunitário, ECA -, mas que, diante do grande número de candidatos inscritos e das altas notas de corte, acabam por fazer a diferença. Embora considere importante, não mantive uma regularidade quanto à resolução de questões de provas anteriores. Quanto à divisão de matérias, buscava estudar duas disciplinas, mais leitura de súmulas e OJs, por manhã, incluindo sábado e domingo, o que me permitia estudar todas as disciplinas ao longo da semana. Uma peculiaridade é que, ao longo desse tempo, desde a primeira até a última prova objetiva de que participei, mantive o meu vade mecum de 2010 (em 2010, embora ainda não tivesse os 3 anos de atividade jurídica, já havia começado minha preparação para o concurso), apenas cuidando para complementar com as alterações legislativas. Eu me sentia mais confortável (e a leitura parece até que fluía melhor) usando o mesmo código, sendo que, no dia da prova, por vezes, conseguia visualizar a parte do código em que estava o artigo cobrado. Essa "organização" de estudo eu consegui fazer principalmente antes do primeiro concurso e em algumas poucas provas seguintes, uma vez que, meses depois do primeiro concurso, já começaram as provas de segunda fase e de sentença, de modo que, sempre nas semanas próximas à prova de primeira fase, também havia uma segunda fase ou sentença. Assim, quando o tempo era pouco para ler lei seca, eu costumava ouvir legislação no caminho para o trabalho e também procurava responder algumas questões das referidas matérias periféricas, anotando em um arquivo as questões que tinha achado mais difícil e errado.

2ª fase: como já disse, particularmente, considero a etapa mais difícil do concurso (fase em que reuni a maior parte das minhas reprovações), seja pela abrangência do conteúdo passível de cobrança, seja pela extensão da prova, seja pela necessidade de, no dia da prova, além do conteúdo acumulado nas semanas anteriores, o candidato ter de reunir uma série de aspectos "extrajurídicos" (uma boa noite de sono, equilíbrio mental, concentração, etc...). Some-se a isso algum grau de "imponderável", aqui considerando a inexistência de um espelho de resposta... Nesta fase, posso dizer que cada uma das minhas reprovações teve algum desses fatores, em menor ou maior intensidade.

Eu sempre gostei muito de ler e de escrever, mas, já nas primeiras provas, percebi que precisaria de mais do que isso para conseguir a aprovação na segunda fase: era preciso ter estratégia de prova, ou seja, ter domínio sobre o meu "modus operandi" no dia da prova. E isso, para mim, funcionou mediante a participação em cursos de segunda fase, procurando simular as reais condições de prova (cronometrando a resolução de cada questão entre 25 a 30 minutos).

Embora já fizesse exercícios de segunda fase (ainda que de forma não muito regular) - antes mesmo do meu primeiro concurso -, posso afirmar que o Preparo Jurídico foi um dos cursos que me proporcionaram enorme evolução nesta etapa do concurso, principalmente orientando-me quanto ao tamanho da resposta, mostrando-me e convencendo-me de que ser objetivo não é ser superficial (eu costumava escrever demais, fazer introdução por vezes maior que a própria fundamentação, que deve ser o próprio foco da resposta).

Participei durante um bom tempo da preparação para a segunda fase com o Preparo Jurídico, seja quanto aos cursos regulares, seja quanto aos cursos intensivos, contando, nesse tempo, sempre com o profissionalismo de vários professores (a título exemplificativo, os professores Fábio Moterani, Thiago Mira de Assumpção Rosado, Felipe Bernardes, Glauco Bresciani).

Especificamente para o concurso do RJ, tanto o de 2013 quanto o de 2014, fiz os
cursos intensivos e regular com o professor Felipe Bernardes, cujas orientações, críticas, elogios e sugestões foram muito importantes para a aprovação.
Em suma, para além do estudo, eu considero fundamental, na segunda fase, o treino regular, que, acredito, auxiliará a otimizar a estruturação e o desenvolvimento das respostas, gerando segurança e confiança no candidato, de modo a tornar o clima e a logística do dia da prova muito semelhantes aos do dia de treino regular.

3ª Fase - sentença: aqui também acho que o treino estratégico é fundamental, especialmente nas semanas anteriores à da prova, buscando dominar o tempo de 4 horas. Especificamente para o TRT 1, para além de outros cursos, também fiz a preparação com o Preparo Jurídico, sob a orientação do professor Joalvo Magalhães, que foi muito importante para adequar o candidato à situação real de prova, aliando fundamentação e objetividade.

4ª fase - oral: nesta etapa, por mais que o candidato não acredite, o conhecimento necessário à aprovação já foi construído e consolidado ao longo da trajetória de estudos e de concursos até esta etapa final, sendo imprescindível o controle emocional. Ademais, também considero muito importante o auxílio nas 24 horas, seja de professores, seja de amigos(as) concursandos (as), que me prestaram ajuda inestimável também nesta fase tão especial do concurso.

Ressalto que este depoimento é de alguém que, há poucas semanas, estava na mesma condição de concursando, sonhando com o dia em que as viagens e concursos chegariam ao fim e com a sonhada a aprovação.

Apesar dos obstáculos e das incertezas que nos acompanham durante a preparação, nunca pensei em desistir. Tinha convicção de que, para quem mantivesse o ritmo e o comprometimento nos estudos, o próximo concurso sempre poderia ser o da aprovação. Assim, por mais que as vezes pareça que andamos em um túnel escuro, sem qualquer perspectiva, tenham certeza de que a luz vem e a aprovação pode estar no lugar e no momento em que menos imaginamos.

A partir de minha experiência pessoal, entendo que, para além da preparação específica em relação ao conteúdo do edital, também não se deve subestimar a preparação psicológica, seja quanto ao entusiasmo para o estudo diário, mesmo após a realização de uma prova ou de um resultado negativo, seja quanto ao dia da prova, em que deveremos ser nossos maiores aliados, de modo a fazer valer todo o empenho na preparação.

Registro, ainda, meus sinceros agradecimentos aos professores e aos meus amigos(as) concursandos(as), que, além da almejada aprovação, são o grande presente que ganhamos ao longo desta caminhada e que, com certeza, tornaram este sonho e esta conquista ainda mais bonitos.

Ao Curso Preparo Jurídico, meus agradecimentos pelo profissionalismo, comprometimento e seriedade com que sempre conduziram seus trabalhos e meus sinceros votos de que continuem auxiliando tantos outros candidatos(as) na realização do sonho da magistratura trabalhista.

Por fim, destaco aqui o meu respeito, a minha admiração e a minha torcida por cada valoroso(a) concursando(a) que continua na caminhada para que todos os esforços empreendidos sejam em breve devidamente recompensados.

Grande abraço a todos(as)!
 
Date of Posting: 16 January 2016
Posted By: Thiago Mafra da Silva
Aprovado no concurso para juiz do trabalho do TRT 1 - 2015
"Quando decidi estudar para o concurso público de juiz do trabalho tive uma única certeza: eu só pararia quando conseguisse passar, com a Graça de Deus. Com dois filhos gêmeos de apenas 8 meses, um escritório com dezenas de processos, 2 alugueis para pagar, estagiários, secretária, babá e uma infinidade de outros compromissos que eu deveria continuar honrando e ao mesmo tempo estudando. Várias pessoas dependiam de mim e do meu escritório. Esta era a minha realidade: conciliar trabalho, filhos, compromissos financeiros e árduas horas de estudo.

Nesta caminhada, então, sinceramente, foi fundamental o apoio do Preparo Jurídico. Com preços justos, ótima qualidade e opções diversas que podem ser livremente contratadas, este curso me acompanhou em todas as fases do concurso. O material preparado com foco na primeira fase, com legislação destacada, conceitos básicos e jurisprudência selecionada foi para mim um grande achado logo nos primeiros meses de estudo. As respostas de questões de segunda fase e as correções de sentença também foram fundamentais para minha preparação. O material era sempre entregue pontualmente, o que facilitava muito a organização. Tudo isso sem sair de casa.

Além disso, na minha opinião, o melhor material que adquiri ao longo dos meus três anos de estudo: as apostilas do Fábio Moterani. Quero aproveitar esta oportunidade, para parabenizá-lo pelo seu primoroso trabalho. Certamente, foi trabalhoso elaborar orientações e respostas tão bem estruturadas, com linhas de raciocínio e base doutrinária, jurisprudencial e principiológica para centenas de questões de concurso, além de tantas outras criadas pelo próprio professor. É um material que li e reli diversas vezes, dali orientei várias linhas de estudos meus, aprofundando em assuntos que inicialmente sequer conhecia e que me foram valiosos em várias provas que fiz com bons resultados.

Enfim, estou muito feliz com minha aprovação no TRT6. Sei que Deus guardou o melhor lugar para mim. Ainda há muita estrada pela frente. O estudo é contínuo e a aprovação não encerra a fase de aprendizagem, apenas muda o foco da leitura, do raciocínio. Não estou mais estudando para provas ou para conhecer a banca, mas para desempenhar bem minhas tão sonhadas funções. Para quem ainda está na fila, siga em frente, estude de verdade, não engane a você mesmo, você vai precisar desse conhecimento adquirido. Mas leve tudo com leveza. Não pare a vida. Ao longo dos meus três anos de estudo eu ainda adquiri minha casa própria e enfrentei mais de 6 meses de reforma, estando na linha de frente de tudo isso. Sim, é possível! Respeite sua realidade, seu tempo e seus limites pessoais. Alegre-se com a vitória do outro. Sua vaga será sua e lhe será entregue quando estiver preparado. Não sofra muito com as derrotas, elas são fundamentais para nosso amadurecimento e aprofundamento dos estudos. Afinal, a Magistratura exige equilíbrio tanto para conviver com as dificuldades e desafios quanto para manter os pés no chão diante do Poder que lhe será atribuído em razão do seu cargo."
 
Date of Posting: 31 December 2015
Posted By: Daniella Cristiane Rodrigues Ferreira
Aprovada no TRT6 2015
Sou Analista da Justiça Eleitoral desde 2008 e acabei de ser aprovada para Juíza do Trabalho no TRT da 1ª Região, com o qual sonho desde a época da faculdade.

Comecei a estudar para a Magistratura do Trabalho em 2010. Porém, de 2010 a 2012 não estudei de forma competitiva, lia apenas doutrina, fazia pós e não conseguia passar na 1ª fase. No final de 2012 fiquei sabendo da existência do Preparo Jurídico por uma amiga e por depoimentos que lia no Correioweb. De fato, depois que fiz o curso de 1ª fase do Preparo minhas notas de 1ª fase melhoraram muito, embora eu continuasse a ter grande dificuldade em memorizar e me concentrar na leitura da lei seca. Consegui passar em algumas primeiras fases e em muitos concursos fiquei por apenas 1 questão, mas fato é que toda vez que tinha prova de 1ª fase eu relia o meu material do Preparo e isso me ajudou muito.
Fiz também antes da prova do Rio o curso de 1ª fase do Preparo só com esquemas, que também foi bom para relembrar. Também fiz um curso de véspera, que me ajudou em algumas matérias periféricas.

É importante nessa fase não se comparar aos outros, e sim manter o foco. Com certeza você terá amigos que tiram 85 numa prova de 1ª fase e você pode muitas vezes não conseguir ficar entre os 300. A 1ª fase não define sua preparação e, para mim, é uma das mais complicadas do concurso. Tanto é assim que eu nunca tinha conseguido passar da 1ª fase no Rio e quando finalmente consegui cheguei até a oral.

Na segunda fase bati na trave algumas vezes, em SP e em MG. Acho que eu não conseguia me dedicar o suficiente por conta do esquema de discursiva no sábado e sentença no domingo. Usava minhas férias para estudar e chegava sempre estressadíssima para fazer as provas. Depois das provas de segunda fase eu ficava de 2 a 6 meses sem estudar, porque aquilo me consumia tanto que eu não tinha forças para recomeçar em novo concurso.

Mas esse ano tive um presente, que foi a primeira fase do Rio ser próxima à 2ª de SP, e certamente isso fez com que a ansiedade não se tornasse minha inimiga. E o fato de ter tido um tempo mínimo entre as fases fez com que eu não desistisse, embora tenha usado uns 15 dias depois de cada prova para descansar a mente.

Para a 2ª fase do Rio deste ano fiz pela primeira vez um curso de véspera, o Preparo com os juízes Felipe Bernardes e Joalvo Magalhães. Ambos são sensacionais e muito atualizados, valeu cada minuto do meu sábado que seria de revisão em casa. Fiz também correção de questões em outro curso, de forma regular, o que é ótimo para você se habituar a expressar o seu conhecimento de forma organizada.

Fiz a 2ª fase do Rio de forma tranquila, e hoje eu entendo que relaxar e não se cobrar tanto antes da prova é fundamental. Faz você administrar bem o tempo e perceber que você sabe responder tudo, e que só precisa de calma para organizar seu raciocínio.

Para a 3ª fase do concurso fiz a correção das últimas 3 provas de sentença do Rio também com o Preparo, com o prof. Joalvo Magalhães. Ele me deu dicas que foram essenciais para a minha aprovação. Foi extremamente crítico na correção, elogiou o que era para elogiar e apontou cada erro meu dizendo como eu deveria ter feito.

Fiz também a correção regular em outro curso e fiz algumas correções de sentenças no Preparo com o prof. Luís Guilherme Bonin, que também foram muito boas.
O importante nessa fase é treinar. Quando você consegue fazer uma sentença razoável nas 4 horas é sinal de que você está no caminho da vitória. O maior inimigo é o tempo. E, claro, treinando você vai vendo como resolver as inúmeras situações que podem aparecer na sua prova, além de melhorar sua letra e habituar sua mão. Estando numa 3ª fase, aconselho a tirar alguns dias nas semanas que antecedem de banco de horas e a usar todos os finais de semana para treinar. Também é importante a leitura de um ou dois livros de sentenças para começar e ver modelos também.

Já a oral é a fase em que você tem maior desgaste emocional e financeiro. Você vai ser avaliado pelo que você conseguir demonstrar em 1 hora de arguição. E você vai ter 24 horas antes para se matar de estudar ou então surtar. É fundamental para não entrar nessa segunda opção que você tenha acompanhamento de professores que te passem segurança do conteúdo jurídico, como eu tive do Felipe Bernardes e do Marcelo Segal. É fundamental também estar com pessoas que te passem segurança emocional, como fizeram o meu marido perfeito Roberto e a minha querida amiga Bárbara Ferrito. Também é de grande valia ter amigos virtuais para ajudar a pesquisar jurisprudência do seu ponto. Eu tive 7 anjinhas, todas maravilhosas: as amigas do Pontos do Edital Jéssica, Ronilda, Marcylena, Deise, Ana Paula e Fabiana, e a amiga de longa data Priscila Lestro.

Para finalizar, queria deixar meu agradecimento ao Preparo Jurídico, que me acompanhou nesta trajetória. E queria dizer para aqueles que estão estudando para a Magistratura que se for realmente esse o seu sonho, confie em Deus e persevere, mas nunca esqueça que não é ser ou não ser Juiz que vai definir quem você é, isso deve ser um objetivo, e nunca sua razão de viver.
 
Date of Posting: 01 December 2015
Posted By: Clarissa Souza Polizeli
Aprovada no concurso para juiz do trabalho do TRT 1 - 2015
Recentemente o Preparo Jurídico me convidou para contribuir com uma declaração, compartilhando a participação do Preparo em minha preparação para o concurso da magistratura do trabalho, assim como para falar um pouco sobre minha trajetória nessa preparação.

Logo após terminar o curso de direito tive a oportunidade de trabalhar como assessor jurídico no MPT - instituição em que estagiei na época da faculdade - por onde permaneci por aproximadamente 2 anos.

Em seguida assumi o emprego público de advogado do Banco do Nordeste do Brasil, função esta que exerço até a data do presente relato.

Fiz pós-graduação em direito e processo do trabalho na Escola da Magistratura do Trabalho da XIX Região.

No ano de 2013 decidi prestar concurso para a carreira da Magistratura do Trabalho motivado por um amigo da época da faculdade que começara esta árdua empreitada.

Ainda um pouco sem noção de como organizar meus estudos para o concurso, reprovei na primeira fase do TRT 5ª Região, mas senti que era possível obter êxito naquela fase.

O concurso seguinte foi o TRT 2, quando conheci os materiais do Preparo Jurídico e obtive a pontuação suficiente para a aprovação na primeira fase daquele concurso. Seguramente o material enviado pelo Preparo Jurídico, com o conteúdo grifado, destacado, cometários e bateria de questões ao final, proporcionou-me uma grande evolução nessa etapa do concurso e me deu motivação para investir em um curso para a prova discursiva com o Professor Fábio Monterani, por meio de rodadas de questões cujas respostas eram analisadas e comentadas com bastante pertinência e cuidado. Nesse mesmo concurso obtive êxito na minha primeira segunda fase com a obtenção de notas muito boas.

Não tive dúvidas e a partir de então comecei a estudar com o material do preparo jurídico para as primeiras fases dos demais concursos e passando a obter êxito na prova do TRT 1, pelo que mais uma vez investi nas rodadas de preparação para a 2ª fase, agora com o Professor Felipe Bernardes, com comentários e análises bem aprofundadas, o que também contribuiu muito para o aprimoramento de minhas respostas, muito embora não tenha obtido êxito nesse concurso.

Eis que recentemente consegui lograr êxito no XX Concurso Público da Magistratura do Trabalho da 6ª Região, bem próximo ao meu Estado de origem - Alagoas - e em momento muito adequado em minha vida, uma vez que acabo de receber a notícia maravilhosa de que serei pai pela terceira vez!!!

Meu filhos, assim como toda minha família e amigos, sempre foram uma mola propulsora na minha preparação, pois, em que pese as dificuldades rotineiras entre trabalho e presença como pai, esposo, filho, amigo, etc., tinha certeza de que todo o esforço seria recompensado e além de poder ocupar um cargo cujas atribuições me permitem fazer muito bem ao próximo e assim alcançar satisfação pessoal, poderia proporcionar para eles uma melhor qualidade de vida.

Agradeço a Deus por ter me concedido essa benção, ter me dado saúde e oportunidade de estudar e de ter uma família e amigos maravilhosos, já que tantas outras pessoas mais inteligentes e esforçadas do que eu não tiveram a mesma sorte.

Também queria dizer que tenham foco nos seus objetivos, porém não condicionem suas vidas a um objetivo apenas. Quero dizer o seguinte, não vivam suas vidas como se elas se resumissem a um concurso, pois há muito mais a ser vivido, por isso estudem, tenham disciplina, mas não esperem para viver só após atingir determinado objetivo. Confiem no seu trabalho, queiram (desejar + trabalhar) o resultado e sigam suas vidas.

Foco, persistência, fé em Deus e rumo à toga!

Um abraço!
 
Date of Posting: 03 November 2015
Posted By: Pedro Ivo Lima Nascimento
Aprovado no Concurso para Juiz do Trabalho do TRT 6 - 2015
Até que enfim o momento do depoimento chegou. O tão desejado - e por muitas vezes sonhado e idealizado - momento do depoimento chegou.

Contudo, não vou fazer um depoimento propriamente dito, mas sim gostaria de me permitir fazer um agradecimento ao Preparo Jurídico.

Como eu reiteradamente digo aos colegas, essa caminhada concursal é árdua, difícil, tormentosa e espinhosa. Contudo, há algumas formas de amenizar as dores e otimizar os passos dados.

Em 2013, quando iniciava meus estudos, recebi a recomendação do Preparo Jurídico por um colega de estudos, quando então adquiri a "legislação preparada".

Tal material traz as principais leis cobradas na primeira fase (todas grifadas / separadas / mastigadas pra gente nao perder tempo).

A ideia inicial era de que lêssemos em 4 horas aquele texto diário, durante um período de 3 meses. Eu fiz exatamente isso. Sempre que recebia a legislação do dia, dedicava as próximas horas a lê-la e absorver o conteúdo, sempre observando as marcações, ressaltos, relevos e grifos acrescentados pelo pessoal do Preparo.

Após os dois primeiros meses de leitura intensa do material do preparo, e pouco mais de 4 meses depois de ter começado a estudar especificamente para a magistratura do trabalho, submeti-me à prova do TRT 8 e pude ter a nítida e singela certeza de que o material do Preparo realmente havia me preparado para encarar aquela batalha. Resultado: passei de cara na primeira fase.

No momento em que saiu o resultado da 1ª fase do TRT 8, tive a certeza de que aquele seria o meu material base de estudos para primeira fase no que toca à leitura da lei seca e, desde então, li e reli - reiteradas e incontáveis vezes - todo aquele material.

Com base no material do Preparo e na diligência de sempre me manter atualizado e fazendo questões, nunca reprovei em primeira fase.

Até hoje recomendo os materiais de estudo do preparo jurídico.

Até hoje guardo o material aqui em meus arquivos no computador, com a inúmeras anotações (balãozinho no pdf) que fui fazendo no decorrer das incontáveis alterações legislativas que iam surgindo.

Até hoje agradeço ao Preparo Jurídico por ter sido um tijolo essencial na construção da minha escada concursal.

Obrigado a todos que compõem o Preparo Jurídico.
 
Date of Posting: 02 November 2015
Posted By: Bruno Lima de Oliveira
Aprovado no Concurso para Juiz do Trabalho do TRT 6 - 2015
Eu sempre gostei de ver o depoimento dos aprovados, pois tirava algumas lições a partir deles, além daquela “gás” para os estudos! Com muita alegria, segue o meu:
Desde quando me decidi a cursar Direito já tinha em mente que pretendia a carreira pública, não sabia ainda o cargo. Então, a partir do segundo semestre da faculdade, comecei a prestar concursos de nível médio, sendo aprovado em alguns deles, até que, em setembro de 2011, tomei posse como Analista Judiciário no TRT10.

A princípio, me dei por satisfeito, mas, no ano seguinte, resolvi que queria algo mais. Escolhi então a magistratura do trabalho, até porque desde os tempos da faculdade gostava do

Direito Material do Trabalho e, como servidor do TRT, tinha contato diário com o Processo do Trabalho e toda a sua dinâmica simplificada.

Minha primeira prova foi em 2012, no TRT-2, e fiquei bem longe da nota de corte. Fiz ainda mais três primeiras fases de forma consecutiva e sem sucesso.
No próximo TRT2, cheguei na discursiva, mas passei longe da sentença, com algo próximo de 3,5. Foi então que notei que precisava de um estudo específico para a segunda e terceira fases.

Por indicação de um grande amigo, conheci o Preparo Jurídico, e vi que realmente tinha muito a melhorar. Foram diversos intensivos de segunda fase, e mais diversas sentenças corrigidas. E por incrível que pareça, preferia ouvir dos professores críticas a elogios. Sim! É com as críticas que percebemos os nossos defeitos e evoluímos!

Alguns concursos depois, fui aprovado em algumas discursivas, e, a partir do ano passado, senti que a realização do sonho se aproximava! E chegou no TRT1-2014! E mais uma vez, o Preparo Jurídico esteve presente, especialmente nos estudos para a discursiva e a sentença.

Não existe fórmula para o sucesso, mas seguem algumas lições que eu tirei nessa longa caminhada: 1 – para a primeira fase, é preciso ler a literalidade da legislação, súmulas e Oj's do TST, e resolver exercícios; 2 – para a segunda e terceira fases, treino, muito treino, e sempre simulando as condições reais de prova (tempo e meios de consulta); 3 – para a prova oral, há muitos cursos bons disponíveis, mas creio que o essencial seja manter a calma e a serenidade.

Devemos ter ainda em mente que a aprovação é o resultado de um processo, em que o candidato acumula conhecimento, mas principalmente, vai, por assim dizer, “pegando o jeito” de se preparar e de fazer as provas. A reprovação faz parte, e como faz! Pra chegar até aqui fiz 15 ou 16 concursos para Juiz do Trabalho, afora os diversos que fiz para servidor. Aliás, tomei posse como Juiz no TRT-1 em junho último, mas ainda esse ano fui reprovado em duas primeiras fases (TRT's 2 e 6).

A luta é árdua, sofrida, temos que abdicar de muito coisa, inclusive de horas de lazer e do convívio com as pessoas queridas. Mas eu asseguro: vale a pena! A sensação de ter conseguido é indescritível! A rotina de um juiz do trabalho é pesada, mas a possibilidade de, via de regra, poder decidir conforme a sua consciência e seu entendimento é gratificante!

Por fim, aproveito a oportunidade para agradecer a toda a equipe do Preparo Jurídico, especialmente aqueles com quem tive mais contato e o prazer de conhecer pessoalmente:

Roberta e Roberto, e os hoje colegas de Tribunal, Luiz Guilherme e Felipe Bernardes.

Abraços e boa sorte a todos
Johnny Gonçalves Vieira
 
Date of Posting: 31 July 2015
Posted By: Johnny Gonçalves Vieira
Aprovado no TRT da 1ª Região 2015

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