Sua opinião é importante para nós. Por favor, deixe seu depoimento. Aqui estão alguns depoimentos de nossos clientes:

Olá, meu nome é Rafael Rihan e fiz questão de escrever este depoimento para o Curso Preparo Jurídico, como forma de agradecer todo o apoio que recebi ao longo da minha jornada de estudos que culminou com a minha aprovação para dois cargos: o de Procurador Federal (AGU) e o de Juiz Federal (TRF 2).

Conheci o "Preparo" através da minha namorada, Ana Carolina, também aluna do curso e aprovada para o cargo de Analista Judiciária (TRT 2). Me preparei para o concurso de Procurador Federal fazendo uma turma específica para a segunda fase, o que foi importantíssimo para a minha aprovação para a AGU.

Logo depois, me inscrevi para o concurso da Magistratura Federal, mas estava cansado e com pouco tempo para estudar. Aproveitei, entretanto, o material de estudos que o Preparo Jurídico havia me enviado, o que foi fundamental a essa nova aprovação.

Agradeço ao Roberto e à Roberta, que sempre foram muito solícitos, fornecendo materiais atualizados e colocando os Professores à disposição.

Por essas razões indico o Preparo Jurídico aos "concurseiros", com a certeza de que, ao se inscreverem no curso, estarão se preparando com ótimos Professores, receberão materiais diuturnamente atualizados e que, ademais, estarão entrando numa rede de verdadeiros amigos, que não medem esforços para ajudar as pessoas a realizarem seus sonhos!

Muito obrigado ao Curso Preparo Jurídico! Parabéns a toda a equipe!

Um forte abraço e boa sorte a todos!
 
Postado em: 14 July 2016
Postado por: Rafael Rihan
Juiz Federal do Tribunal Regional Federal da Segunda Região
"Prezados(as) colegas,

Meu nome é Thiago Mafra da Silva e fui recentemente aprovado no concurso para juiz do trabalho substituto no Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (RJ).
Não acredito que haja uma fórmula única e/ou infalível para a aprovação no concurso da magistratura trabalhista, que exige demais do candidato, seja do ponto de vista intelectual, seja do ponto estratégico e emocional. Assim, minhas palavras são no sentido de contar um pouco de minha trajetória, principalmente da contribuição do Preparo Jurídico e, quem sabe, auxiliar algum(a) valoroso(a) colega que segue caminhando em busca da sonhada e possível aprovação.

Meu primeiro concurso para a magistratura trabalhista foi também no TRT 1, em agosto de 2012, tendo sido reprovado na sentença. Quanto aos concursos seguintes, fui reprovado na sentença do TRT 5, na primeira fase do TRT 1/2013, sendo que as demais reprovações foram em segunda fase, que, com base em minha experiência pessoal, considero a mais difícil do concurso. Atualmente também estou classificado para a prova oral do TRT 2.

1ª fase (objetiva): nos primeiros concursos de que participei, buscava ler a lei seca (ao menos as leis principais), súmulas e OJs, focando especialmente na legislação daquelas matérias ditas "periféricas" (tendo em vista o número reduzido de questões no conjunto da prova) - como direito penal, direito previdenciário, direito internacional e comunitário, ECA -, mas que, diante do grande número de candidatos inscritos e das altas notas de corte, acabam por fazer a diferença. Embora considere importante, não mantive uma regularidade quanto à resolução de questões de provas anteriores. Quanto à divisão de matérias, buscava estudar duas disciplinas, mais leitura de súmulas e OJs, por manhã, incluindo sábado e domingo, o que me permitia estudar todas as disciplinas ao longo da semana. Uma peculiaridade é que, ao longo desse tempo, desde a primeira até a última prova objetiva de que participei, mantive o meu vade mecum de 2010 (em 2010, embora ainda não tivesse os 3 anos de atividade jurídica, já havia começado minha preparação para o concurso), apenas cuidando para complementar com as alterações legislativas. Eu me sentia mais confortável (e a leitura parece até que fluía melhor) usando o mesmo código, sendo que, no dia da prova, por vezes, conseguia visualizar a parte do código em que estava o artigo cobrado. Essa "organização" de estudo eu consegui fazer principalmente antes do primeiro concurso e em algumas poucas provas seguintes, uma vez que, meses depois do primeiro concurso, já começaram as provas de segunda fase e de sentença, de modo que, sempre nas semanas próximas à prova de primeira fase, também havia uma segunda fase ou sentença. Assim, quando o tempo era pouco para ler lei seca, eu costumava ouvir legislação no caminho para o trabalho e também procurava responder algumas questões das referidas matérias periféricas, anotando em um arquivo as questões que tinha achado mais difícil e errado.

2ª fase: como já disse, particularmente, considero a etapa mais difícil do concurso (fase em que reuni a maior parte das minhas reprovações), seja pela abrangência do conteúdo passível de cobrança, seja pela extensão da prova, seja pela necessidade de, no dia da prova, além do conteúdo acumulado nas semanas anteriores, o candidato ter de reunir uma série de aspectos "extrajurídicos" (uma boa noite de sono, equilíbrio mental, concentração, etc...). Some-se a isso algum grau de "imponderável", aqui considerando a inexistência de um espelho de resposta... Nesta fase, posso dizer que cada uma das minhas reprovações teve algum desses fatores, em menor ou maior intensidade.

Eu sempre gostei muito de ler e de escrever, mas, já nas primeiras provas, percebi que precisaria de mais do que isso para conseguir a aprovação na segunda fase: era preciso ter estratégia de prova, ou seja, ter domínio sobre o meu "modus operandi" no dia da prova. E isso, para mim, funcionou mediante a participação em cursos de segunda fase, procurando simular as reais condições de prova (cronometrando a resolução de cada questão entre 25 a 30 minutos).

Embora já fizesse exercícios de segunda fase (ainda que de forma não muito regular) - antes mesmo do meu primeiro concurso -, posso afirmar que o Preparo Jurídico foi um dos cursos que me proporcionaram enorme evolução nesta etapa do concurso, principalmente orientando-me quanto ao tamanho da resposta, mostrando-me e convencendo-me de que ser objetivo não é ser superficial (eu costumava escrever demais, fazer introdução por vezes maior que a própria fundamentação, que deve ser o próprio foco da resposta).

Participei durante um bom tempo da preparação para a segunda fase com o Preparo Jurídico, seja quanto aos cursos regulares, seja quanto aos cursos intensivos, contando, nesse tempo, sempre com o profissionalismo de vários professores (a título exemplificativo, os professores Fábio Moterani, Thiago Mira de Assumpção Rosado, Felipe Bernardes, Glauco Bresciani).

Especificamente para o concurso do RJ, tanto o de 2013 quanto o de 2014, fiz os
cursos intensivos e regular com o professor Felipe Bernardes, cujas orientações, críticas, elogios e sugestões foram muito importantes para a aprovação.
Em suma, para além do estudo, eu considero fundamental, na segunda fase, o treino regular, que, acredito, auxiliará a otimizar a estruturação e o desenvolvimento das respostas, gerando segurança e confiança no candidato, de modo a tornar o clima e a logística do dia da prova muito semelhantes aos do dia de treino regular.

3ª Fase - sentença: aqui também acho que o treino estratégico é fundamental, especialmente nas semanas anteriores à da prova, buscando dominar o tempo de 4 horas. Especificamente para o TRT 1, para além de outros cursos, também fiz a preparação com o Preparo Jurídico, sob a orientação do professor Joalvo Magalhães, que foi muito importante para adequar o candidato à situação real de prova, aliando fundamentação e objetividade.

4ª fase - oral: nesta etapa, por mais que o candidato não acredite, o conhecimento necessário à aprovação já foi construído e consolidado ao longo da trajetória de estudos e de concursos até esta etapa final, sendo imprescindível o controle emocional. Ademais, também considero muito importante o auxílio nas 24 horas, seja de professores, seja de amigos(as) concursandos (as), que me prestaram ajuda inestimável também nesta fase tão especial do concurso.

Ressalto que este depoimento é de alguém que, há poucas semanas, estava na mesma condição de concursando, sonhando com o dia em que as viagens e concursos chegariam ao fim e com a sonhada a aprovação.

Apesar dos obstáculos e das incertezas que nos acompanham durante a preparação, nunca pensei em desistir. Tinha convicção de que, para quem mantivesse o ritmo e o comprometimento nos estudos, o próximo concurso sempre poderia ser o da aprovação. Assim, por mais que as vezes pareça que andamos em um túnel escuro, sem qualquer perspectiva, tenham certeza de que a luz vem e a aprovação pode estar no lugar e no momento em que menos imaginamos.

A partir de minha experiência pessoal, entendo que, para além da preparação específica em relação ao conteúdo do edital, também não se deve subestimar a preparação psicológica, seja quanto ao entusiasmo para o estudo diário, mesmo após a realização de uma prova ou de um resultado negativo, seja quanto ao dia da prova, em que deveremos ser nossos maiores aliados, de modo a fazer valer todo o empenho na preparação.

Registro, ainda, meus sinceros agradecimentos aos professores e aos meus amigos(as) concursandos(as), que, além da almejada aprovação, são o grande presente que ganhamos ao longo desta caminhada e que, com certeza, tornaram este sonho e esta conquista ainda mais bonitos.

Ao Curso Preparo Jurídico, meus agradecimentos pelo profissionalismo, comprometimento e seriedade com que sempre conduziram seus trabalhos e meus sinceros votos de que continuem auxiliando tantos outros candidatos(as) na realização do sonho da magistratura trabalhista.

Por fim, destaco aqui o meu respeito, a minha admiração e a minha torcida por cada valoroso(a) concursando(a) que continua na caminhada para que todos os esforços empreendidos sejam em breve devidamente recompensados.

Grande abraço a todos(as)!
 
Postado em: 16 January 2016
Postado por: Thiago Mafra da Silva
Aprovado no concurso para juiz do trabalho do TRT 1 - 2015
"Quando decidi estudar para o concurso público de juiz do trabalho tive uma única certeza: eu só pararia quando conseguisse passar, com a Graça de Deus. Com dois filhos gêmeos de apenas 8 meses, um escritório com dezenas de processos, 2 alugueis para pagar, estagiários, secretária, babá e uma infinidade de outros compromissos que eu deveria continuar honrando e ao mesmo tempo estudando. Várias pessoas dependiam de mim e do meu escritório. Esta era a minha realidade: conciliar trabalho, filhos, compromissos financeiros e árduas horas de estudo.

Nesta caminhada, então, sinceramente, foi fundamental o apoio do Preparo Jurídico. Com preços justos, ótima qualidade e opções diversas que podem ser livremente contratadas, este curso me acompanhou em todas as fases do concurso. O material preparado com foco na primeira fase, com legislação destacada, conceitos básicos e jurisprudência selecionada foi para mim um grande achado logo nos primeiros meses de estudo. As respostas de questões de segunda fase e as correções de sentença também foram fundamentais para minha preparação. O material era sempre entregue pontualmente, o que facilitava muito a organização. Tudo isso sem sair de casa.

Além disso, na minha opinião, o melhor material que adquiri ao longo dos meus três anos de estudo: as apostilas do Fábio Moterani. Quero aproveitar esta oportunidade, para parabenizá-lo pelo seu primoroso trabalho. Certamente, foi trabalhoso elaborar orientações e respostas tão bem estruturadas, com linhas de raciocínio e base doutrinária, jurisprudencial e principiológica para centenas de questões de concurso, além de tantas outras criadas pelo próprio professor. É um material que li e reli diversas vezes, dali orientei várias linhas de estudos meus, aprofundando em assuntos que inicialmente sequer conhecia e que me foram valiosos em várias provas que fiz com bons resultados.

Enfim, estou muito feliz com minha aprovação no TRT6. Sei que Deus guardou o melhor lugar para mim. Ainda há muita estrada pela frente. O estudo é contínuo e a aprovação não encerra a fase de aprendizagem, apenas muda o foco da leitura, do raciocínio. Não estou mais estudando para provas ou para conhecer a banca, mas para desempenhar bem minhas tão sonhadas funções. Para quem ainda está na fila, siga em frente, estude de verdade, não engane a você mesmo, você vai precisar desse conhecimento adquirido. Mas leve tudo com leveza. Não pare a vida. Ao longo dos meus três anos de estudo eu ainda adquiri minha casa própria e enfrentei mais de 6 meses de reforma, estando na linha de frente de tudo isso. Sim, é possível! Respeite sua realidade, seu tempo e seus limites pessoais. Alegre-se com a vitória do outro. Sua vaga será sua e lhe será entregue quando estiver preparado. Não sofra muito com as derrotas, elas são fundamentais para nosso amadurecimento e aprofundamento dos estudos. Afinal, a Magistratura exige equilíbrio tanto para conviver com as dificuldades e desafios quanto para manter os pés no chão diante do Poder que lhe será atribuído em razão do seu cargo."
 
Postado em: 31 December 2015
Postado por: Daniella Cristiane Rodrigues Ferreira
Aprovada no TRT6 2015
Sou Analista da Justiça Eleitoral desde 2008 e acabei de ser aprovada para Juíza do Trabalho no TRT da 1ª Região, com o qual sonho desde a época da faculdade.

Comecei a estudar para a Magistratura do Trabalho em 2010. Porém, de 2010 a 2012 não estudei de forma competitiva, lia apenas doutrina, fazia pós e não conseguia passar na 1ª fase. No final de 2012 fiquei sabendo da existência do Preparo Jurídico por uma amiga e por depoimentos que lia no Correioweb. De fato, depois que fiz o curso de 1ª fase do Preparo minhas notas de 1ª fase melhoraram muito, embora eu continuasse a ter grande dificuldade em memorizar e me concentrar na leitura da lei seca. Consegui passar em algumas primeiras fases e em muitos concursos fiquei por apenas 1 questão, mas fato é que toda vez que tinha prova de 1ª fase eu relia o meu material do Preparo e isso me ajudou muito.
Fiz também antes da prova do Rio o curso de 1ª fase do Preparo só com esquemas, que também foi bom para relembrar. Também fiz um curso de véspera, que me ajudou em algumas matérias periféricas.

É importante nessa fase não se comparar aos outros, e sim manter o foco. Com certeza você terá amigos que tiram 85 numa prova de 1ª fase e você pode muitas vezes não conseguir ficar entre os 300. A 1ª fase não define sua preparação e, para mim, é uma das mais complicadas do concurso. Tanto é assim que eu nunca tinha conseguido passar da 1ª fase no Rio e quando finalmente consegui cheguei até a oral.

Na segunda fase bati na trave algumas vezes, em SP e em MG. Acho que eu não conseguia me dedicar o suficiente por conta do esquema de discursiva no sábado e sentença no domingo. Usava minhas férias para estudar e chegava sempre estressadíssima para fazer as provas. Depois das provas de segunda fase eu ficava de 2 a 6 meses sem estudar, porque aquilo me consumia tanto que eu não tinha forças para recomeçar em novo concurso.

Mas esse ano tive um presente, que foi a primeira fase do Rio ser próxima à 2ª de SP, e certamente isso fez com que a ansiedade não se tornasse minha inimiga. E o fato de ter tido um tempo mínimo entre as fases fez com que eu não desistisse, embora tenha usado uns 15 dias depois de cada prova para descansar a mente.

Para a 2ª fase do Rio deste ano fiz pela primeira vez um curso de véspera, o Preparo com os juízes Felipe Bernardes e Joalvo Magalhães. Ambos são sensacionais e muito atualizados, valeu cada minuto do meu sábado que seria de revisão em casa. Fiz também correção de questões em outro curso, de forma regular, o que é ótimo para você se habituar a expressar o seu conhecimento de forma organizada.

Fiz a 2ª fase do Rio de forma tranquila, e hoje eu entendo que relaxar e não se cobrar tanto antes da prova é fundamental. Faz você administrar bem o tempo e perceber que você sabe responder tudo, e que só precisa de calma para organizar seu raciocínio.

Para a 3ª fase do concurso fiz a correção das últimas 3 provas de sentença do Rio também com o Preparo, com o prof. Joalvo Magalhães. Ele me deu dicas que foram essenciais para a minha aprovação. Foi extremamente crítico na correção, elogiou o que era para elogiar e apontou cada erro meu dizendo como eu deveria ter feito.

Fiz também a correção regular em outro curso e fiz algumas correções de sentenças no Preparo com o prof. Luís Guilherme Bonin, que também foram muito boas.
O importante nessa fase é treinar. Quando você consegue fazer uma sentença razoável nas 4 horas é sinal de que você está no caminho da vitória. O maior inimigo é o tempo. E, claro, treinando você vai vendo como resolver as inúmeras situações que podem aparecer na sua prova, além de melhorar sua letra e habituar sua mão. Estando numa 3ª fase, aconselho a tirar alguns dias nas semanas que antecedem de banco de horas e a usar todos os finais de semana para treinar. Também é importante a leitura de um ou dois livros de sentenças para começar e ver modelos também.

Já a oral é a fase em que você tem maior desgaste emocional e financeiro. Você vai ser avaliado pelo que você conseguir demonstrar em 1 hora de arguição. E você vai ter 24 horas antes para se matar de estudar ou então surtar. É fundamental para não entrar nessa segunda opção que você tenha acompanhamento de professores que te passem segurança do conteúdo jurídico, como eu tive do Felipe Bernardes e do Marcelo Segal. É fundamental também estar com pessoas que te passem segurança emocional, como fizeram o meu marido perfeito Roberto e a minha querida amiga Bárbara Ferrito. Também é de grande valia ter amigos virtuais para ajudar a pesquisar jurisprudência do seu ponto. Eu tive 7 anjinhas, todas maravilhosas: as amigas do Pontos do Edital Jéssica, Ronilda, Marcylena, Deise, Ana Paula e Fabiana, e a amiga de longa data Priscila Lestro.

Para finalizar, queria deixar meu agradecimento ao Preparo Jurídico, que me acompanhou nesta trajetória. E queria dizer para aqueles que estão estudando para a Magistratura que se for realmente esse o seu sonho, confie em Deus e persevere, mas nunca esqueça que não é ser ou não ser Juiz que vai definir quem você é, isso deve ser um objetivo, e nunca sua razão de viver.
 
Postado em: 01 December 2015
Postado por: Clarissa Souza Polizeli
Aprovada no concurso para juiz do trabalho do TRT 1 - 2015
Recentemente o Preparo Jurídico me convidou para contribuir com uma declaração, compartilhando a participação do Preparo em minha preparação para o concurso da magistratura do trabalho, assim como para falar um pouco sobre minha trajetória nessa preparação.

Logo após terminar o curso de direito tive a oportunidade de trabalhar como assessor jurídico no MPT - instituição em que estagiei na época da faculdade - por onde permaneci por aproximadamente 2 anos.

Em seguida assumi o emprego público de advogado do Banco do Nordeste do Brasil, função esta que exerço até a data do presente relato.

Fiz pós-graduação em direito e processo do trabalho na Escola da Magistratura do Trabalho da XIX Região.

No ano de 2013 decidi prestar concurso para a carreira da Magistratura do Trabalho motivado por um amigo da época da faculdade que começara esta árdua empreitada.

Ainda um pouco sem noção de como organizar meus estudos para o concurso, reprovei na primeira fase do TRT 5ª Região, mas senti que era possível obter êxito naquela fase.

O concurso seguinte foi o TRT 2, quando conheci os materiais do Preparo Jurídico e obtive a pontuação suficiente para a aprovação na primeira fase daquele concurso. Seguramente o material enviado pelo Preparo Jurídico, com o conteúdo grifado, destacado, cometários e bateria de questões ao final, proporcionou-me uma grande evolução nessa etapa do concurso e me deu motivação para investir em um curso para a prova discursiva com o Professor Fábio Monterani, por meio de rodadas de questões cujas respostas eram analisadas e comentadas com bastante pertinência e cuidado. Nesse mesmo concurso obtive êxito na minha primeira segunda fase com a obtenção de notas muito boas.

Não tive dúvidas e a partir de então comecei a estudar com o material do preparo jurídico para as primeiras fases dos demais concursos e passando a obter êxito na prova do TRT 1, pelo que mais uma vez investi nas rodadas de preparação para a 2ª fase, agora com o Professor Felipe Bernardes, com comentários e análises bem aprofundadas, o que também contribuiu muito para o aprimoramento de minhas respostas, muito embora não tenha obtido êxito nesse concurso.

Eis que recentemente consegui lograr êxito no XX Concurso Público da Magistratura do Trabalho da 6ª Região, bem próximo ao meu Estado de origem - Alagoas - e em momento muito adequado em minha vida, uma vez que acabo de receber a notícia maravilhosa de que serei pai pela terceira vez!!!

Meu filhos, assim como toda minha família e amigos, sempre foram uma mola propulsora na minha preparação, pois, em que pese as dificuldades rotineiras entre trabalho e presença como pai, esposo, filho, amigo, etc., tinha certeza de que todo o esforço seria recompensado e além de poder ocupar um cargo cujas atribuições me permitem fazer muito bem ao próximo e assim alcançar satisfação pessoal, poderia proporcionar para eles uma melhor qualidade de vida.

Agradeço a Deus por ter me concedido essa benção, ter me dado saúde e oportunidade de estudar e de ter uma família e amigos maravilhosos, já que tantas outras pessoas mais inteligentes e esforçadas do que eu não tiveram a mesma sorte.

Também queria dizer que tenham foco nos seus objetivos, porém não condicionem suas vidas a um objetivo apenas. Quero dizer o seguinte, não vivam suas vidas como se elas se resumissem a um concurso, pois há muito mais a ser vivido, por isso estudem, tenham disciplina, mas não esperem para viver só após atingir determinado objetivo. Confiem no seu trabalho, queiram (desejar + trabalhar) o resultado e sigam suas vidas.

Foco, persistência, fé em Deus e rumo à toga!

Um abraço!
 
Postado em: 03 November 2015
Postado por: Pedro Ivo Lima Nascimento
Aprovado no Concurso para Juiz do Trabalho do TRT 6 - 2015
Até que enfim o momento do depoimento chegou. O tão desejado - e por muitas vezes sonhado e idealizado - momento do depoimento chegou.

Contudo, não vou fazer um depoimento propriamente dito, mas sim gostaria de me permitir fazer um agradecimento ao Preparo Jurídico.

Como eu reiteradamente digo aos colegas, essa caminhada concursal é árdua, difícil, tormentosa e espinhosa. Contudo, há algumas formas de amenizar as dores e otimizar os passos dados.

Em 2013, quando iniciava meus estudos, recebi a recomendação do Preparo Jurídico por um colega de estudos, quando então adquiri a "legislação preparada".

Tal material traz as principais leis cobradas na primeira fase (todas grifadas / separadas / mastigadas pra gente nao perder tempo).

A ideia inicial era de que lêssemos em 4 horas aquele texto diário, durante um período de 3 meses. Eu fiz exatamente isso. Sempre que recebia a legislação do dia, dedicava as próximas horas a lê-la e absorver o conteúdo, sempre observando as marcações, ressaltos, relevos e grifos acrescentados pelo pessoal do Preparo.

Após os dois primeiros meses de leitura intensa do material do preparo, e pouco mais de 4 meses depois de ter começado a estudar especificamente para a magistratura do trabalho, submeti-me à prova do TRT 8 e pude ter a nítida e singela certeza de que o material do Preparo realmente havia me preparado para encarar aquela batalha. Resultado: passei de cara na primeira fase.

No momento em que saiu o resultado da 1ª fase do TRT 8, tive a certeza de que aquele seria o meu material base de estudos para primeira fase no que toca à leitura da lei seca e, desde então, li e reli - reiteradas e incontáveis vezes - todo aquele material.

Com base no material do Preparo e na diligência de sempre me manter atualizado e fazendo questões, nunca reprovei em primeira fase.

Até hoje recomendo os materiais de estudo do preparo jurídico.

Até hoje guardo o material aqui em meus arquivos no computador, com a inúmeras anotações (balãozinho no pdf) que fui fazendo no decorrer das incontáveis alterações legislativas que iam surgindo.

Até hoje agradeço ao Preparo Jurídico por ter sido um tijolo essencial na construção da minha escada concursal.

Obrigado a todos que compõem o Preparo Jurídico.
 
Postado em: 02 November 2015
Postado por: Bruno Lima de Oliveira
Aprovado no Concurso para Juiz do Trabalho do TRT 6 - 2015
Eu sempre gostei de ver o depoimento dos aprovados, pois tirava algumas lições a partir deles, além daquela “gás” para os estudos! Com muita alegria, segue o meu:
Desde quando me decidi a cursar Direito já tinha em mente que pretendia a carreira pública, não sabia ainda o cargo. Então, a partir do segundo semestre da faculdade, comecei a prestar concursos de nível médio, sendo aprovado em alguns deles, até que, em setembro de 2011, tomei posse como Analista Judiciário no TRT10.

A princípio, me dei por satisfeito, mas, no ano seguinte, resolvi que queria algo mais. Escolhi então a magistratura do trabalho, até porque desde os tempos da faculdade gostava do

Direito Material do Trabalho e, como servidor do TRT, tinha contato diário com o Processo do Trabalho e toda a sua dinâmica simplificada.

Minha primeira prova foi em 2012, no TRT-2, e fiquei bem longe da nota de corte. Fiz ainda mais três primeiras fases de forma consecutiva e sem sucesso.
No próximo TRT2, cheguei na discursiva, mas passei longe da sentença, com algo próximo de 3,5. Foi então que notei que precisava de um estudo específico para a segunda e terceira fases.

Por indicação de um grande amigo, conheci o Preparo Jurídico, e vi que realmente tinha muito a melhorar. Foram diversos intensivos de segunda fase, e mais diversas sentenças corrigidas. E por incrível que pareça, preferia ouvir dos professores críticas a elogios. Sim! É com as críticas que percebemos os nossos defeitos e evoluímos!

Alguns concursos depois, fui aprovado em algumas discursivas, e, a partir do ano passado, senti que a realização do sonho se aproximava! E chegou no TRT1-2014! E mais uma vez, o Preparo Jurídico esteve presente, especialmente nos estudos para a discursiva e a sentença.

Não existe fórmula para o sucesso, mas seguem algumas lições que eu tirei nessa longa caminhada: 1 – para a primeira fase, é preciso ler a literalidade da legislação, súmulas e Oj's do TST, e resolver exercícios; 2 – para a segunda e terceira fases, treino, muito treino, e sempre simulando as condições reais de prova (tempo e meios de consulta); 3 – para a prova oral, há muitos cursos bons disponíveis, mas creio que o essencial seja manter a calma e a serenidade.

Devemos ter ainda em mente que a aprovação é o resultado de um processo, em que o candidato acumula conhecimento, mas principalmente, vai, por assim dizer, “pegando o jeito” de se preparar e de fazer as provas. A reprovação faz parte, e como faz! Pra chegar até aqui fiz 15 ou 16 concursos para Juiz do Trabalho, afora os diversos que fiz para servidor. Aliás, tomei posse como Juiz no TRT-1 em junho último, mas ainda esse ano fui reprovado em duas primeiras fases (TRT's 2 e 6).

A luta é árdua, sofrida, temos que abdicar de muito coisa, inclusive de horas de lazer e do convívio com as pessoas queridas. Mas eu asseguro: vale a pena! A sensação de ter conseguido é indescritível! A rotina de um juiz do trabalho é pesada, mas a possibilidade de, via de regra, poder decidir conforme a sua consciência e seu entendimento é gratificante!

Por fim, aproveito a oportunidade para agradecer a toda a equipe do Preparo Jurídico, especialmente aqueles com quem tive mais contato e o prazer de conhecer pessoalmente:

Roberta e Roberto, e os hoje colegas de Tribunal, Luiz Guilherme e Felipe Bernardes.

Abraços e boa sorte a todos
Johnny Gonçalves Vieira
 
Postado em: 31 July 2015
Postado por: Johnny Gonçalves Vieira
Aprovado no TRT da 1ª Região 2015
"Não desista nunca. Penso que esse é o melhor conselho que posso oferecer àqueles que continuam nessa caminhada.

Meu nome é Mariana e fui aprovada no último concurso para juiz do trabalho substituto do Tribunal Regional do Trabalho da 1 Região.

A jornada é longa, difícil, mas virtuosa! Cheguei até aqui com esforço e dedicação para superar as dificuldades, até aquelas que, à primeira vista, podem não parecer transponíveis.... Mas são! Inclusive uma reprovação no oral em outro Regional.

Contei com a ajuda e apoio de pessoas incríveis que não seria capaz de listar nominalmente sem fazer injustiças.
Agradeço aqui ao Preparo Jurídico, não só pelo material, mas também por sempre ter se mostrado disponível e pronto a atender aos contatos e solicitações!

Agradeço a Roberta - que tive o prazer de conhecer pessoalmente no Rio de Janeiro - assim como a todos que participam desse curso!

Agradeço ao prof Fabio Moterani, cujas apostilas e intensivo de segunda fase me ajudaram a desenvolver uma nova forma de raciocínio jurídico, atual e interdisciplinar. Sua didática bem como sua correção (implacável, rs) foram essenciais para que obtivesse êxito. Obrigada a todos pela ajuda nessa tão sonhada conquista.

Encerro aqui a minha caminhada, para começar um novo capítulo em minha vida, no exercício dessa função tão bela que é a magistratura. E para aqueles que continuam na jornada: não desistam!

Um grande amigo me disse que as dificuldades só tornariam a vitória mais brilhante....

E é verdade! Tudo valeu a pena!"

Desde já, agradeço.
 
Postado em: 10 June 2015
Postado por: Mariana Kawahashi
Aprovada no TRT da 1ª Região 2015
"Enfim, a aprovação...

Nessa caminhada, até a almejada aprovação para o cargo de juiz do trabalho, sempre me servi dos depoimentos dos colegas que passavam, usei muito as tais palavras como combustível para continuar e aprimorar.

Isso ajuda a mostrar, aos ainda candidatos, como somos parecidos e o quanto as histórias se assemelham.

Bom... desde minha decisão de ser juiz do trabalho até aqui passaram mais de quatro anos. As pessoas que me rodeiam sabem que, diferentemente do que se vê comumente, eu passei pelo período desses concursos sem sofrer muito, ou pelo menos sofrendo menos que a média.

Quando falo em “sofrimento” estou me referindo ao desgaste psicológico que a busca pode trazer. Em outras palavras, estou tentando dizer que percorri os mais diversos concursos procurando entender a lógica da coisa (se é que existe alguma) e aceitar com o máximo de naturalidade os resultados, em especial os negativos.

Entendo que o caminho para aprovação em concursos dessa envergadura deve nos levar a alguma espécie de amadurecimento, pessoal e jurídico. Algumas pessoas conseguem chegar nesse ponto mais rápido e outros mais de maneira mais lenta, porém todos os que perseveram conseguem.

O tempo de estudo é um mero parâmetro e, na minha visão, extremamente equivocado. Tenho colegas, agora aprovados, que são mais jovens e passaram nos primeiros concursos. Será que estudaram apenas um ano para isso?? A resposta, decerto, é negativa! Estudamos a vida toda para isso... tudo conta... utilizamos, o tempo inteiro, os ensinamentos que apreendemos em toda a vida, desde pequenos.

Um exemplo: quando estamos redigindo à mão para treinar ou responder uma prova discursiva, estamos intensamente utilizando os aprendizados da escola primária. Lembram-se daquelas aulas de redação da escola? Introdução, desenvolvimento e conclusão? Não repetir palavras no mesmo parágrafo? E por aí vai...

No mínimo, todos estudam cinco anos na graduação e, conforme regramento constitucional, mais três anos de atividade jurídica. Não se enganem, a afirmação “estudei poucos meses e passei” é falsa sempre! E isso pouco importa, cada um tem o seu tempo e todos devemos respeitar o tempo de Deus.

Poderia ficar horas falando sobre isso, mas vou aproveitar esse espaço para me referir ao que mais me agradou e me emocionou (e emociona) nessa caminhada: as pessoas.
Já falei milhares de vezes: a caminhada até a aprovação é INDIVIDUAL, mas nem por isso deve ser SOLITÁRIA.

É o candidato que passa, que estuda, que responde às provas, que amarga as reprovações e comemora as aprovações. Essa a parte individual. No entanto, isso pode ser em grande medida compartilhado, tornando mais aprazível o enfrentamento do desafio.

Faça sua caminhada individual, mas de forma COLETIVA. Recomendo!

Posso afirmar, sem medo de errar, que meu maior ganho nesse período foram as verdadeiras amizades que colecionei.

Tentar nomear e falar de todas as pessoas que contribuíram para o sucesso dessa empreitada é correr o risco de praticar uma injustiça, principalmente esquecendo de alguém. Mas vou tentar e, desde já, pedir desculpa caso tenha esquecido de alguém (são muitos...).

Inicialmente, um agradecimento especial à minha família: meus pais, irmãos, sogra, tias, tios, primos etc.

Dentro desse núcleo familiar ninguém sente mais a pressão e fornece mais apoio do que os mais próximos. Agradeço, então, emocionado, à minha amada esposa VANESSA e à minha filha GISELE, que me deram todo o suporte e sofreram toda a ausência e as renúncias necessárias para a dedicação aos concursos. Sem o apoio delas isso não seria possível, são a base da minha energia e minha maior motivação.

Outro núcleo fundamental foi o nosso grupo de estudos, do qual surgiram grandes amizades. É uma troca intensa de informações, debates e apoio mútuo. Agradeço nominalmente aos grandes colegas Diney, Jedson, Ernesto, Fabiano, Flávio, Diego, Joaquim, Tony, Claudio, Eduardo, Joseph, Leon, Leo Rascunho, Marcel, Marcus, Maud, Michael, Nikolai, Raphael, Alexandre, Renan e Fernando.

Mais injusto do que ter esquecido de algum nome nesse momento, é não dar os devidos destaques para alguns, são amizades que colecionei nos últimos anos e que chamo de transcendentes, pois alcançaram um patamar superior:

FABIANO Luzes, meu irmão, se eu tirar você dessa história com certeza não teria esse desfecho para contar... as palavra vieram fácil até aqui... mas agora faltaram. É algo indescritível o que fizemos. Dois caras com muitos pontos em comum, mas juridicamente totalmente diversos e que, no final, ficaram parecidos. Muito obrigado por tudo, jamais pensei que pudesse encontrar uma parceria tão grande, tão sincera e amiga. E mais, por capricho do destino, seremos colegas de tribunal.

Como não mencionar toda a dedicação e apoio que recebi nas 24 horas da prova oral dos irmãos JEDSON, ERNESTO e EDUARDO pessoalmente, além dos demais amigos à distância? Enquanto respondia aos questionamentos da banca, lembrava-me das palavras dos amigos no dia anterior, repassando e me ensinando toda a matéria. Ernesto (e sua esposa Carol), em especial, tornou-se meu vizinho há alguns meses e se passou a ser pessoa muito presente em minha vida.

Sinto verdadeiro prazer em poder estar e conversar com todas essas pessoas, contem sempre comigo!!!

Possuem um lugar todo especial em meu coração os amigos ROBERTO e ROBERTA. Nunca me senti tão constrangido por tanto apoio vindo de alguém. Mas não digo isso pelo mero sentimento de agradecimento, é pela sinceridade dos atos desses dois. Vocês não têm limites.

Sei que falta muito o que falar, mas preciso encerrar, porém não antes de destacar o papel do PREPARO JURÍDICO nessa história.

O PREPARO JURÍDICO está umbilicalmente ligado à minha aprovação. Praticamente toda a minha preparação passou pelo curso, em todas as fases. Passei a ter um bom desempenho nas provas objetivas após o acesso ao material do curso, a primeira fase em dado momento não era mais preocupação.

Em especial deixo um fraterno abraço aos professores Fábio Moterani e Luis Guilherme Bonin que, respectivamente, foram meus gurus nas fases de prova discursiva e sentença. Os ensinamentos e as correções sinceras e extremamente produtivas foram fundamentais para dar confiança e segurança nas provas. Sem esquecer do amigo Thomaz Werneck que passou rapidamente, mas de maneira incisiva, com impressionantes correções de sentenças.

Finalizo desejando aos meus colegas aprovados no TRT1 uma ótima e linda carreira e, aos ainda candidatos, boa sorte, força, foco, fé e resiliência para atravessar essa fase.

Que Deus ilumine o caminho de todos!

Abraço a todos!!
 
Postado em: 02 June 2015
Postado por: Márcio Almeida de Moura
Aprovado TRT da 1ª Região 2015
Meu nome é Bárbara Ferrito, juíza do TRT/18ºR, aprovada no concurso de 2014, e vim falar um pouco de como foi a minha caminhada até a aprovação.
Antes, porém, de tratar especificamente dos meios de estudo, acho que vale a pena esclarecer algumas coisas.

1. O caminho até a aprovação é só seu. Cada um faz um, de acordo com seu histórico, jeito de estudar, tempo disponível, enfim... inúmeras variáveis. Então, sempre que ler algum depoimento, saiba filtrar. O que deu certo para mim, pode não dar para você. Mas saiba colher o melhor de cada estratégia e fugir dos erros básicos.

2. Não se isole. Estudar para concurso é uma tarefa árdua. Fazer isso sozinho, é muito mais cansativo. Procure formar grupos de amigos, não tenha medo de dividir material, de contar suas neuras, compartilhar momentos bons e ruins. O choppinho pós prova, o papo no aeroporto, os grupos de estudos são ótimas maneiras de manter contato com a humanidade.

3. Não há competição. Não há mesmo. Tire isso do seu coração. Você está estudando para um concurso que, em geral, sobram vagas. Então, não crie inimigos na sua cabeça.

4. Saiba fazer paradas estratégicas. Quer durante o ano, quer na semana. Se estiver cansado, procure formas de estudos menos cansativas, leia uns informativos, organize seu material, mas permaneça ativo, para não perder o ritmo.

Bom, dito isto, é possível explicar meus estudos por fase.

1. Fase. Lei seca. Para mim, a fase mais chata de estudar. Sempre tive muita dificuldade nas provas objetivas e isso se refletia claramente no concurso, pois as vezes ia para sentença e as vezes não passava da primeira.
Estudei basicamente pelo preparo jurídico e, além do preparo, tirava 1h por dia para ler lei seca. Quando lia lei seca, colava uns post it no código com os principais artigos de cada página, que eu copiava (isso dá muito trabalho, mas eu sempre memorizo melhor quando escrevo). O lado bom é que depois de fazer isso (demorei uns 6 meses e fazia 2 vezes ao ano), você pode ler, na véspera da prova, só os post it, permitindo uma revisão da lei seca em pouco tempo, na semana da prova.

Além disso, 1mês antes da prova fazia exercícios, quando possível voltado para a banca específica.
Algumas matérias exigem estudo a partir das questões anteriores, como direito internacional e direito empresarial (cujo conteúdo muito grande te impede de ler toda a legislação).

Discursiva e sentença. A partir da primeira fez que passei da primeira fase eu me inscrevi num curso regular de exercício de 2 fase e sentença. Fazia 1 sentença por semana e 4 discursivas. É bom ser feito desde o início para te dar ritmo de estudo e de prova.

Nessa fase, estudei por livros sobre temas (temas e artigos de direito do trabalho e processo do trabalho) e procurei me prevenir sobre temas importantes (um livros só sobre tutela coletiva, recursos, execução etc).

Além disso, diante de uma prova me inscrevia em alguns cursos intensivos, para treinar bem a resolução de questões/sentença.

E lia muitos artigos, não apenas da LTR, mas que achava na internet - em geral, eu pensava em um tema que poderia ser cobrado e pesquisava na internet.
Para a prova discursiva, uma dica é nunca deixar questão em branco. Dedique-se a treinar a escrita, já vi examinador reclamar que os candidatos foram eliminados por causa do português. Então, treine escrever textos com coesão, clareza e coerência. E perca o medo de escrever sobre o que você não sabe. Muitas vezes, principalmente em provas do MPT, você será cobrado sobre assuntos cuja resposta não estão nos livros. Então, encare a questão sem medo, demonstre raciocínio jurídico e confie em si mesmo.

Na prova de sentença, ter uns autotextos é fundamental, pois te poupa tempo. Outra técnica que usei bastante era inverter a ordem de escrita. Faltando 1h para terminar a prova, eu pulava um número de paginas (suficientes para uma fundamentação concisa) e ia para o dispositivo. Fazia um dispositivo bem feito e voltava para apreciar os pedidos que faltaram, geralmente deferindo ou indeferindo em uma linha. Essa técnica é boa, porque no final ficam os pedidos menos importantes, que você pode resolver de qualquer jeito. Já o dispositivo é uma das principais partes da prova e tem que ficar bem feito. Com isso, eu consigo fazer o dispositivo com um pouco mais de calma, acho que ele sai melhor do que se fizesse por último.

Quanto à mim, estudava cerca de 4h por dia em casa mais 1h de lei seca. Aos sábados e domingos eu estudava o quanto conseguia, geralmente umas 5h também.
Fazia um quadro semanal, procurando estudar no máximo 1:30 cada matéria, para não esgotar. Assim, além de variar as matérias, variava também a fonte. Um hora de leitura de doutrina, outra fazendo resumo, outra exercício, outra vídeo-aula, procurando equilibrar bem, para não cansar.

Não gosto da ideia de estudar uma única disciplina até esgotar, porque, considerando o tempo de estudo, quando se fecha a última já esqueceu tudo da primeira. Vendo todas as disciplinas toda a semana, você vai criando links e, sem perceber, fazendo mini revisões da semana anterior. Mas como disse, cada um tem uma maneira de estudar, e cada um deve encontrar o seu caminho.

Todo mês eu refazia a tabela de estudo, quer porque perdia o ritmo, quer para mudar alguma coisa. De forma sintética, na tabela eu priorizava direito do trabalho e processo trabalho (estudava 2 vezes por semana); constitucional e processo civil, estudava 1 vez por semana. As demais matérias intercalava para serem vistas quinzenalmente.

Sábado era outro dia complicado para estudar, pois tinha dificuldade de estudar em casa nesse dia. então, ia para uma biblioteca e fazia o que dava, de acordo com a estrutura da biblioteca (se tinha livro de direito, se tinha internet, se tinha tomada etc)

Domingo, eu acordava cedo e fazia sentença. Quase todo domingo era dedicado a sentença. Demorava umas 5h para fazer.

Bom, espero que tenha ajudado. Como disse, cada um faz o seu caminho, mas saber das estratégias uns dos outros ajuda.

Bons estudos
 
Postado em: 05 May 2015
Postado por: Bárbara Ferrito
Aprovada TRT18ª - 2014

<< Início Anterior 1 2 3 Próximo Último >>

Página 1 de 3


Enviar um depoimento
* campos obrigatórios.
Nome:*
E-mail:*
Sobre você:
Sua localização:
Site:
Sua foto:
As imagens não deve ser maior do que 500x500 px e 250 kb
Código de segurança:
Insira o código aqui:*
Deixe seu comentário abaixo:*

bannerapo

Acesse